A viagem, pelos olhos de uma turista...
É... viajar é bom demais!!!
Bonito é uma atípica cidade do interior.
Tudo gira em torno do turismo (rural e ecológico)!
A população local está treinada para atender a leva de camisas-floridas+máquinas-fotográficas+papete-com-meia+chapéu-abas-largas+protetor-solar-fator-150.
Sempre educados, com sorriso estampado, coisa de filme!
Os orelhões são em forma de bicho (tuiuiús, araras, tucanos...), tem uma única rua principal que cruza a cidade (uma antiga vila de uma antiga fazenda), cheia de lojinhas pra ativar o consumismo capitalista, onde o comércio funciona até a meia-noite. Tem agito pra quem gosta e a paz do campo pra quem a procura.
Tem pra todo mundo.
Bonito faz jus ao nome.
Lugares lindos, a maioria dos guias bem preparados, de encher os olhos.
A gruta do Lago Azul poderia ser mais bem aproveitada. O trajeto é complicado e perigoso. Falta infra.
Mas o espetáculo vale a pena. Só o tempo é curto... Eu ficaria o dia todo apreciando aquela maravilha. Em todos os mínimos detalhes.
A descida de bote é espetacular, sem falar na bagunceira que fizemos! Guerra de água e cantoria!!!
Com direito a sucuri, e até trilha sonora e balde perdido no meio do caminho! Isso porque era a turma da terceira idade hehuieahiehaiheiauea!!!!
**Vai Rubinho!!! Vai Rubinho!!! Vai Rubinho!!!*** Rubinho era o nosso bote vremeinho, que saiu por último e ultrapassou todos os outros, chegando em primeiro!!!
As cachoeiras do Rio Mimoso deixaram a desejar.
Talvez pela inexperiência do guia, uma verdadeira porta com mochila e crachá. São belas, mas já vi mais bonitas. Mas foi o único lugar que consegui parar por mais de alguns minutos para realmente contemplar a mãe natureza.
Pézinho na água gelada, Come What May nozouvido, ar puro no pulmão, coração leve e cabeça away. Era tudo o que eu precisava.
Flutuação no Aquário natural.
Bah! Para o mundo que eu quero descer!
A começar pelo anexo, que tem toda a infra para receber os turistas. Com direito a piscina, restaurante, museu, hidromassagem e equipamentos de primeira. Novos, esterelizados e bem conservados.
O que foi aquilo? Águas com alta concentração de calcareo, o que as torna cristalinas... Coisa de outro mundo.
Uma experiência indescritível. Vc vê o Rio Formoso brotando no chão, em pequenos vulcõezinhos (não achei outro termo que melhor descrevesse o que eu vi heheheiauheiau)...
É simplesmente fantástico. Vc vai flutuando pelas águas transparentes, enquanto milhares de peixes ficam a sua volta, sem fugir, como acontece normalmente em mergulhos marinhos.
O dia lindo colaborou para tornar o espetáculo mais inesquecível.
Depois de uma caminhada por uma trilha na mata, hora da diversão...
Uma cama elástica que quase me rendeu um pipi na calça, de tanto que eu ria (eu não conseguia nem pular, imaginando a cena: eu com cara de idiota, com colete salva-vida, macacão de neoperene por cima da calça, pulando em uma bóia tamanho king size- me senti uma aqualoca!)
E uma quedinha báaaaaaaaaasica da tirolesa, com direito a uma bela engolida de água.
Campo Grande. hmmm... Uma grande cidade interiorana. Motoristas mal educados. Povo lenga lenga, acomodado, mercenário.
Não gostei. Não pretendo voltar.
O clássico city tour com uma guia mal preparada, que male e male sabia falar português, com tudo mal e porcamente decorado.
Mal organizado.
Odiei. Museus, praças e pontos históricos.
E claro, lojinhas pra enriquecer a cidade e a comissãozinha da guia.
Hunfs.
Só salvou o Museu Dom Bosco, com seu enorme acervo biológico e etnológico. Tudo muito bem organizado e catalogado. Uma pena o pouco tempo, pois queria apreciar e devorar tudo o que tinha lá... Só pecou pela má iluminação. Um pouco abafado também. Mas vale pelo borboletário, pelos animais empalhados e as milhares de conchas.
E por fim, a Fazenda Caiman. Na boquinha do Pantanal Sul. Fronteirando com o cerrado. Coisa linda. Ainda embasbacada. Safari Fotográfico na furrequinha, vendo capivaras, quatis, emas, cervos, tuiuiús, macacos, tucanos, araras, jacarés aos milhares, tatu, lobinho, anta, e,- porque não? - até onça! (infelizmente, só no filme... :O( só quem estava na chalana viu a moça pintada).
Só ficou faltando o tamanduá... Snifs... (Já que o guará amado tem hábitos noturnos, sendo impossível sua focagem durante o dia)... É.. vou ter que voltar hihihi!
Passeio de voadeira e chalana, com lanchinho a bordo. Muita risada com as pererecas desvairadas...
Um belíssimo almoço de fazenda, com arroz de carreteiro, sopa paraguaya (que é cortada em cubinhos!!!!), churrasco na brasa (com jacarés rodeando a churrasqueira improvisada) e doces caseiros, seguido de um merecido descanso na varanda, apreciando a jacaroada (qual o coletivo de jacaré? o.Ô) que foi ficando sem medo e sem vergonha, se aproximando cada vez mais. Teve gente que até pegou no rabo do bicho! Eu que não sou tão doida!!!!
Uma leve caminhada pra alimentar a população de répteis e o retorno pra Campo Grande, cansadíssima e de poeira inté a alma.
Mas ainda assim, de alma lavada. Pantanal, eu fui!!!!
Valeu demais. Quero de novo. Sempre. Pra sempre.
Saldo final: 3 filmes de 36 poses que serão revelados em poucas horas.
...to be continued...
Um Ano de Bem Morar (um convite para 2026!)
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*COMO PASSAMOS NOSSOS DIAS É, CLARO, COMO PASSAMOS NOSSAS VIDAS*
Este é o momento do ano para reflexão, pois olhamos para trás e vemos o ano
chegando ...
Há 4 semanas





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